Madame Bovary… de novo?

Os clássicos merecem mesmo ser lidos e (re-)traduzidos?
Essa é uma das muitas perguntas que foram feitas desde que foi noticiado que a tradutora Lydia Davis (40 anos de profissão e tradutora, entre outros, de Maurice Blanchot) publicaria uma nova tradução de Madame Bovary, de Flaubert, que marcaria – possivelmente – sua aposentadoria como tradutora.
A nova tradução gerou uma série de artigos fantásticos que propõem não apenas uma reflexão sobre a necessidade de novas traduções dos clássicos, mas também um questionamento do próprio fazer tradutório.
Em breve, pretendo voltar a essa questão. Mas, por enquanto, deixo os leitores com um pequeno artigo escrito pela própria Lydia Davis ["Why a new Madame Bovary"]: http://www.theparisreview.org/blog/2010/09/15/why-a-new-madame-bovary/;
um artigo de Sam Anderson, no New York Books ["Knee-Deep in 'Bovary'"]: http://nymag.com/arts/books/features/68712/
e o excelente texto de Julian Barnes, no LRB ["Writer’s Writer and Writer’s Writer’s Writer"]: http://www.lrb.co.uk/v32/n22/julian-barnes/writers-writer-and-writers-writers-writer

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~ por Ana Resende em 7 de abril de 2011.

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